terça-feira, 25 de setembro de 2012

Postura estudiantes de Antropología en referencia a la reposición de aulas








25 de setembro de 2012
Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil

Companheiros de Universidade:

Por meio desta, o CAUPI – Antropologia (Centro Acadêmico União Pela Integração) explanará sua postura correspondente ao calendário acadêmico imposto pela reitoria ademais de colocar os argumentos tomados (até o momento) para tal decisão.

O curso de antropologia tomou a decisão de: o tempo de reposição do primeiro semestre até dezembro segundo o ano letivo 2012 e adiar o segundo semestre do presente ano até o consequente começo do ano letivo em 2013, por tanto assumimos a prolongação de um semestre em nosso curso.

Primeiro que todos temos pensado naqueles grupos onde o primeiro semestre não conseguiu ser realizado de maneira adequada, ou seja: que careceram de professores em algumas de suas disciplinas, que algumas turmas receberam novos alunos uma semana antes de começar a greve e claramente esses alunos vieram afetados pelas desordens institucionais que se arrastamos desde o próximo ano passado.

Por isso, também propusemos a extensão do tempo de recuperação do primeiro semestre a modo de: respeitar aqueles estudantes que chegaram já depois do inicio das aulas passadas, para assim ter um tempo recordativo aos conteúdos dados e uma adequação ao retorno das aulas, sem a necessidade de que os professores tenham que oferecer uma “flexibilização” nas provas e nas conclusões dos cursos, sabemos que se alcançarmos tal proposta, ao começo do próximo ano letivo poderemos dizer que todos nos encontramos na mesma linha de partida.

Logo temos considerado a qualidade de nosso ensino, não nos temos limitado a justificar tal argumento por tempo estipulado para a recuperação das aulas, sem que o adiamento do segundo semestre dará a possibilidade de concluir o concurso de chamada de novos professores, para que quem (ainda) não tem todos seus professores do segundo semestre possam, assim para começar o próximo ano letivo, assim mesmo, que possam ser concluídas as licitações que comprem determinados equipamentos para cursos como: cinema e audiovisual, e música, além disso, haverá mais tempo para as melhoras infra-estruturares que estamos necessitados, desde nossas salas de aula e bibliotecas até os hotéis que estamos utilizando para residir.

Somando a isso, conhecendo a particular decisão de estudantes que sucede na UNILA mais o desanimo por diferentes questões, consideramos que a recuperação de forma precipitada e consecutiva como está plantada aumentara está situação na universidade, fazendo que os recursos dedicados a nossa educação não serão utilizados de melhor maneira, de alguma maneira quem foi "elegido" para obter auxílios é digno que conclua com êxitos seu curso para poder retornar o aprendido e não que começada a carreira abandone a mesma, afirmamos que a recuperação das aulas tal como está plantada fará que muitos estudantes devam renunciar a UNILA ou trancar disciplinas e/ou semestres, fazendo que seus cursos (igualmente) se extendam por ao menos um semestre mais. Agregamos duas particularidades estudantis a ter em conta: pelo contexto de nossa Universidade nos estudantes devemos contar com um tempo prudente para visitar as nossas famílias entre os semestres e/ou ao final do ano, a outra particularidade são aqueles estudantes que necessitão dedicar suas férias ao trabalho por seus diversos motivos.

Finalmente, utilizamos a metáfora do mapa de Borges1 para argumentar que a Universidade é esse mapa que tenta ser o mais parecido a realidade, mas entretanto, jamais será como a aquisição de experiências na mesma realidade, nós estudantes de antropologia sabemos que é a moção de muitos cursos, contar com tempo de ócio criativo ou reflexivo (otium) por ser este tempo quem há dado ao largo da história a iluminação nos grupos ou indivíduos para realizar as máximas e mínimas transformações sociais, científicas e de toda índole; é assim que não aceitamos abaixo de nenhum conceito realizar mais da metade de nosso curso sem o tempo necessário de reflexão em campo, ou seja viajando ao redor do mundo ou cozinhando em casa, sabemos que nos alunos necessitamos de um tempo prudente de descanso mental e assimilação dos conhecimentos para que estes sejam base de nossa formação e não um simples recordatório passageiro. Nos opomos a ter uma educação na mão dos administrativos.

Essa postura e esses argumentos começaram a ser nossas inquietudes pelo calendário acadêmico ter sido imposto por parte da reitoria não só aos alunos mas também a muitos professores, que não puderam dar sua proposta, nem intervir no processo exclusivo onde foi decidido o calendário acadêmico extraordinário que hoje tenta nos reger até o fim de 2014.

Notamos através dos principais braços da universidade a falta de clareza das informações que nos ronda. Com isso fazemos referencia eventualmente ao calendário acadêmico, mas não esquecemos os problemas locais que foram pauta da greve de professores e que ainda hoje continuamos enfrentando, falamos de : as assistências estudantil, as infraestruturas, a administração e os notórios problemas que rodeiam os ditos setores. Alguns deles são: hotéis que ainda não são residências estudantis, falta de água e equipamento nas moradias, a imposição do contrato nutricard, falta de arcondicionado, lembrandno das necessidades na UNILA centro, já desde a falta de (ao menos) ventiladores nas salasde aulas até o insuficiente espaço para aulas que suportam quarenta ou mais estudantes, a pouca capacidade de resposta por parte da Secretaría Académica em assuntos que nos competem como por exemplo trancamento de semestres e/o disciplinas, sabemos que estes e outros problemas foram os que determinaram a pauta local na greve de professores, mas também sabemos que a greve começo e praticamente terminou com as mesmas promessas de cumprimento.

Deixando de lado o pragmatismo e a submissão de negociar o inegociável, ficamos com a coerência e propomos realizar nossos estudos a modo “normal”, não exigimos nada novo, simplesmente queremos realizar nossos estudos no tempo que devem ser realizados.

Não vendemos nossa postura,

Estudantes de Antropologia (CAUPI)
UNILA


1En aquel Imperio, el Arte de la Cartografía logró tal Perfección que el Mapa de una sola Provincia ocupaba toda una Ciudad, y el Mapa del Imperio, toda una Provincia. Con el tiempo, estos Mapas Desmesurados no satisficieron y los Colegios de Cartógrafos levantaron un Mapa del Imperio, que tenía el Tamaño del Imperio y coincidía puntualmente con él. Menos Adictas al Estudio de la Cartografía, las Generaciones Siguientes entendieron que ese dilatado Mapa era Inútil y no sin Impiedad lo entregaron a las Inclemencias del Sol y los Inviernos. En los Desiertos del Oeste perduran despedazadas Ruinas del Mapa, habitadas por Animales y por Mendigos; en todo el País no hay otra reliquia de las Disciplinas Geográficas. Suárez Miranda: Viajes de varones prudentes, libro cuarto, cap. XLV, Lérida, 1658.









25 de setiembre de 2012,
Foz do Iguazú, Paraná, Brasil


Compañeros de Universidad:


Por medio de la presente, el CAUPI - Antropología (Centro Acadêmico União Pela Integración), explayará su postura correspondiente al calendario académico impuesto por rectoría además de exponer los argumentos tomados (hasta el momento) para tomar tal decisión.

El curso de antropología ha tomado la decisión de: prolongar el tiempo de reposición del primer semestre hasta diciembre según año lectivo 2012 y aplazar el segundo semestre del presente año hasta el consecuente comienzo del año lectivo en 2013, por tanto asumimos la prolongación de un semestre en nuestra carrera.

Primero que todo hemos pensado en aquellos grupos donde el primer semestre no logró realizarse de manera adecuada, es decir: que carecieron de profesores en alguna(s) de sus disciplinas, que el grupo recibió alumnos nuevos hasta una semana antes de comenzada la huelga, y por supuesto que sus alumnos se vieron afectados por los desordenes institucionales que arrastramos desde el año próximo pasado.

Por esto, también proponemos la extensión del tiempo de recuperación del primer semestre a modo de: respetar aquellos alumnos que han llegado pasado el inicio de clases, de tener un tiempo recordativo a los contenidos dados y un adecuamiento al retorno de las aulas, sin la necesidad de que los profesores tengan que ofrecernos una “flexibilización” en las pruebas y conclusiones de los cursos, sabemos que logrando tal propuesta a comienzos del año lectivo próximo podremos decir que todos nos encontramos en la línea de partida.

Luego hemos considerado la calidad de nuestra enseñanza, no nos hemos limitado a justificar tal argumento por el tiempo estipulado para la recuperación de las clases, sino que el aplazamiento del segundo semestre dará la posibilidad de concluir el concurso de llamados de nuevos profesores, para que quienes (aún) no tienen todos sus profesores del segundo semestre puedan tenerlo comenzado el próximo año lectivo, así mismo, podrán ser concluidas las licitaciones que proveen ciertos equipamientos para cursos como: cine y audiovisual, y música, además habrá más tiempo para las mejoras infraestructurales que estamos sufriendo, desde nuestros salones de aula y bibliotecas hasta los hoteles que estamos utilizando para residir.

Sumado a eso, conociendo la particular deserción de estudiantes que sucede en la UNILA más el desánimo por diferentes cuestiones, consideramos que la recuperación de forma precipitada y consecutiva como está planteada aumentará esta situación en la Universidad, haciendo que los recursos dedicados a nuestra educación no sean utilizados de manera óptima, de alguna manera quien fue “elegido” para obtener beneficios es digno que concluya con éxitos su curso para poder retornar lo aprendido y no que comenzada la carrera abandone la misma, afirmamos que la recuperación de aulas tal como está planteada hará que muchos alumnos deban renunciar a la UNILA o trancar disciplinas y/o semestres, haciendo que sus cursos (igualmente) se extiendan por al menos un semestre más. Agregamos dos particularidades estudiantiles a tener en cuenta: por el contexto de nuestra Universidad los estudiantes debemos contar con un tiempo prudente para visitar a nuestras familias entre semestres y/o a fin de año, la otra particularidad son aquellos estudiantes que necesitan dedicar sus vacaciones al trabajo por diversos motivos.

Finalmente, utilizamos la metáfora del mapa de Borges1 para argumentar que la Universidad es ese mapa que intenta ser lo más parecido a la realidad, pero sin embargo jamás será como la adquisición de experiencias en la realidad misma, estudiantes de antropología sabemos que es la moción de muchos cursos, contar con tiempo de ocio creativo o reflexivo (otium) por ser este quien ha dado a lo largo de la historia la iluminación en los grupos o individuos para realizar las máximas y mínimas transformaciones sociales, científicas y de toda índole; es así que no aceptamos bajo ningún concepto realizar más de la mitad de nuestro curso sin el tiempo acordado de reflexión en campo, ya sea viajando alrededor del mundo, cocinando en casa, trabajando o aprofundando los estudios, sabemos que los alumnos necesitamos un tiempo prudente de descanso mental y asimilación de conocimientos para que estos sean base de nuestra formación y no un simple recordatorio pasajero. Nos oponemos a tener una educación en mano de administrativos.

Esta postura y estos argumentos comenzaron a ser nuestras inquietudes por haber sido el calendario académico impuesto por parte de la rectoría no solo a los alumnos sino también a muchos profesores, que no consiguieron dar su propuesta ni intervenir en el proceso exclusivo donde fue decidido el calendario académico extraordinario que hoy intenta regirnos hasta fines de 2014.

Hemos notado por parte de los principales brazos de la Universidad falta de clareza en las informaciones que nos involucran. Con esto hacemos referencia eventualmente al calendario académico, pero no olvidamos los problemas locales que fueron una pauta de la huelga de profesores y aún hoy continuamos teniéndolos, hablamos de: la asistencia estudiantil, las infraestructuras, la administración y los notorios problemas que rodean dichos sectores. Algunos de
ellos son: hoteles que todavía no son residencias estudiantiles, falta de agua y equipamientos en las
residencias, la imposición del contrato nutricard, falta de acondicionamiento acorde a las necesidades en UNILA centro, ya sea desde la falta de (al menos) ventiladores en los salones hasta el poco espacio para clases de cuarenta o más estudiantes, la poca capacidad de respuesta por parte de la Secretaría Académica en asuntos que nos competen como por ejemplo trancamiento de semestres y/o disciplinas, sabemos que estos y otros problemas fueron los que determinaron la pauta local en la huelga de profesores, pero también sabemos que la huelga comenzó y prácticamente terminó con las mismas promesas de cumplimiento.

Dejando a un lado el pragmatismo y la sumisión de negociar lo innegociable, nos paramos en la coherencia y proponemos realizar nuestros estudios a modo “normal”, no exigimos nada nuevo simplemente queremos realizar nuestros estudios en el tiempo que deben realizarse.

No vendamos nuestra postura,

Alumnos de Antropología (CAUPI)
UNILA


En aquel Imperio, el Arte de la Cartografía logró tal Perfección que el Mapa de una sola Provincia ocupaba toda una Ciudad, y el Mapa del Imperio, toda una Provincia. Con el tiempo, estos Mapas Desmesurados no satisficieron y los Colegios de Cartógrafos levantaron un Mapa del Imperio, que tenía el Tamaño del Imperio y coincidía puntualmente con él. Menos Adictas al Estudio de la Cartografía, las Generaciones Siguientes entendieron que ese dilatado Mapa era Inútil y no sin Impiedad lo entregaron a las Inclemencias del Sol y los Inviernos. En los Desiertos del Oeste perduran despedazadas Ruinas del Mapa, habitadas por Animales y por Mendigos; en todo el País no hay otra reliquia de las Disciplinas Geográficas. Suárez Miranda: Viajes de varones prudentes, libro cuarto, cap. XLV, Lérida, 1658. 

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